"Podemos ir onde quisermos, porém nunca conseguiremos escapar de nós mesmos. Felicidade e sofrimento, tudo na vida está contida na expressão 'eu próprio'. Portanto, a vitória ou a derrota na vida resume-se a uma única condição: disciplinar e dignificar esse algo, chamado 'eu', do qual não se pode escapar" Daisaku Ikeda (Preleção dos capítulos Hoben e Juryo do Sutra de Lótus/267).
Eu sempre tive como uma das questões de filosofia de vida, que o mais importante é estarmos bem com a gente mesmo, que assim os momentos difíceis, os relacionamentos complicados, os ambientes um pouco mais carregados se tornam mais leves, mais fáceis. E mesmo que para sermos felizes com quem realmente somos seja preciso quebrar, enfrentar as regras da sociedade. Mas lógico, sem faltar com respeito ou fazer mal intencional.
Nem sempre é fácil, porque crescemos numa sociedade já com suas regras e já querendo nos moldar, nos programar para sermos aceitos de acordo com elas. E isso nem sempre condiz com quem realmente somos, acreditamos, pensamos ou sentimos. O que em minha opinião, colabora, na maioria das vezes, com a famosa ‘crise existencial’. Até porque não temos como fugir de nós mesmos, não importa onde estamos, para onde iremos.
Às vezes tendemos nos fazer de vitimas, vendo pessoas se dando bem na vida, e achar que isso não é pra gente né! Mas precisamos nos desafiar em pensar ao contrário, se outras pessoas conseguiram, eu também conseguirei. Só resta encontrar nosso caminho para o sucesso, ai cada um tem o seu.
Mas quero compartilhar aqui questões que eu me identifico, acredito e procuro aplicar na minha vida. Sugestões que aprendo em alguns vídeos, livros, budismo e troca de experiência com as pessoas. Não sou e nem pretendo ser dona da verdade, nem sempre minhas ações vão de acordo, mas minha intenção é praticar tudo que eu acredito ser o ideal para minha transformação como ser humano.
Gosto muito do ditado “não quero ser perfeita”, quero ser feliz’, ou seja, mesmo indo ao rumo da nossa evolução, da perfeição até, da nossa revolução humana, aprendemos, que mesmo sem querer, sem ter intenção, vamos cometer erros, vamos causar sofrimentos aos outros e a nós mesmos. Mas que podemos ter humildade e pedir perdão, em podemos solucionar os erros e os problemas.
“Eu sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende”. Compreender que temos a tendência de interpretar o que recebemos de fora de acordo com nosso estado de vida. Se alguém brincar com a gente, pode agir e interpretar de maneiras diferentes, por exemplo, se não estamos bem, podemos nos vitimizar, achar que é algo pessoal, se estamos de bom humor, podemos até brincar junto.
Segundo a terapeuta Flavia Melissa, que eu sou inscrita no youtube, em um dos seus vídeos, diz que os desafios vem para mostrar a necessidade de sermos inteiros, para mostrar nossas deficiências, onde precisamos nos fortalecer, assumir nossa verdade e ser quem somos na real. Vamos procurar entender que tudo tem um propósito. Em outro vídeo, a Flavia Melissa compartilha 5 resoluções para uma vida melhor, que ela acredita e achei bem interessante também:
1 – Não acreditar quando nos dizem que algo é impossível, na maioria das vezes quem fala se refere as suas próprias dificuldades, porque elas não enxergam as coisas como são, mas sim como elas, pessoas, são, se referem a si mesmas. Somos donos de nossa própria vida, nós criamos nossa própria realidade.
2 – Todos nós temos crianças feridas dentro da gente, que em algum momento foi punida, recriminada, reprimida no passado, mas importante nos desafiar em não nos vitimizar, mais sim curar essas feridas. Nós somos a vitima, o bandido e salvador da pátria de nós mesmos.
3 – Não permita e não acredite quando as outras pessoas te responsabilizam pela vida delas. Ninguém faz nada por causa dos outros, mas sim por si mesmos. Cada um é responsável por sua própria vida, não aceite a argumentação quando alguém diz que fez determinada coisa, que mudou a própria vida por sua causa. Somos responsáveis pelas nossas escolhas, não dos outros.
4 – Não aceite rótulos. Os rótulos expressam a opinião das outras pessoas a nosso respeito. Rótulos não nos definem. O que nos definem são nossas ações.
5 – Você não é seus pensamentos sempre. Às vezes pensamos coisas que não queremos de fato que aconteça, como por exemplo, quando alguém nos tira do sério, neste exato momento podemos desejar que a pessoa morra, mas não é verdade. Nem sempre os pensamentos nos definem. Mas sim nossas ações.
Moral do post: Mesmo que de inicio possa parecer difícil, não é impossível. Se aceite, se valorize, transforme seus carmas negativos, evidencie os positivos. Seja feliz. Coragem. Força. E quando aceitamos quem somos de verdade, os outros nos aceitarão com mais facilidade.
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